Sé de Viseu
A catedral do Adro: pedra sobre pedra desde a Idade Média.
- abóbada
- de nós, única
- claustro
- renascentista
- adro
- vista da cidade

O que ver na Sé
Quatro paragens, por esta ordem, da porta ao Adro.
A abóbada de nós
Ao entrar, olhe para cima: as nervuras da nave cruzam-se em nós de pedra, um caso único em Portugal, do início do século XVI.
O claustro renascentista
Dois pisos de arcadas serenas, do século XVI. É o sítio mais silencioso do centro histórico.
O retábulo que saiu daqui
O retábulo da capela-mor, pintado por Grão Vasco, está hoje no museu ao lado. Veja-o depois da Sé.
O Adro e a vista
Cá fora, o largo abre-se sobre Viseu. O Tesouro da Sé, de arte sacra, fica no mesmo conjunto.
Em poucas datas
Cada século deixou uma camada na mesma igreja.
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Raízes românicas
A diocese é das mais antigas do país, e a igreja guarda pedra medieval nas suas fundações.
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Gótico e manuelino
A nave gótica recebeu, no início do século XVI, a abóbada de nós que a tornou famosa.
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Renascimento
O século XVI deu-lhe o claustro e o retábulo de Grão Vasco, hoje no Museu Nacional Grão Vasco.
Para a história longa da cidade, com eras e cronologia: A história de Viseu.
A seguir
Continue a visita a partir do Adro.
De onde vêm estes factos
Visita ao local e consulta das fontes oficiais. Consultado a 2 de outubro de 2026.
- Diocese de Viseu: horários de culto e vida da catedral.
- Câmara Municipal de Viseu: património e agenda da cidade.
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