Sé de Viseu

A catedral do Adro: pedra sobre pedra desde a Idade Média.

abóbada
de nós, única
claustro
renascentista
adro
vista da cidade
A fachada principal da Sé Catedral de Viseu
A fachada da Sé Concierge.2C · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons

O que ver na Sé

Quatro paragens, por esta ordem, da porta ao Adro.

  1. A abóbada de nós

    Ao entrar, olhe para cima: as nervuras da nave cruzam-se em nós de pedra, um caso único em Portugal, do início do século XVI.

  2. O claustro renascentista

    Dois pisos de arcadas serenas, do século XVI. É o sítio mais silencioso do centro histórico.

  3. O retábulo que saiu daqui

    O retábulo da capela-mor, pintado por Grão Vasco, está hoje no museu ao lado. Veja-o depois da Sé.

  4. O Adro e a vista

    Cá fora, o largo abre-se sobre Viseu. O Tesouro da Sé, de arte sacra, fica no mesmo conjunto.

Em poucas datas

Cada século deixou uma camada na mesma igreja.

  • Raízes românicas

    A diocese é das mais antigas do país, e a igreja guarda pedra medieval nas suas fundações.

  • Gótico e manuelino

    A nave gótica recebeu, no início do século XVI, a abóbada de nós que a tornou famosa.

  • Renascimento

    O século XVI deu-lhe o claustro e o retábulo de Grão Vasco, hoje no Museu Nacional Grão Vasco.

Para a história longa da cidade, com eras e cronologia: A história de Viseu.

A seguir

Continue a visita a partir do Adro.

De onde vêm estes factos

Visita ao local e consulta das fontes oficiais. Consultado a 2 de outubro de 2026.

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